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Últimas notícias sobre a chegada de Alice

Data: 02/03/15 | Arquivado em:

UFA! Finalmente consegui parar e publicar este post, os últimos dias foram tão intensos que eu achei que nunca mais ia dar conta de aparecer por aqui, e não, não estou exagerando.

Cada gravidez é única, eu já havia ouvido isso antes, mas só pude ter certeza na prática. As últimas semanas de Alice foram uma loucura, ainda bem que ela continua saudável e prontinha aqui dentro da minha barriga só esperando a hora, o problema é que justo quando fizemos 37 semanas a médica que estava me acompanhando pirou (só pode ter pirado pra ter me “largado” tão perto do parto) e por alguns dias fiquei sem ninguém para fazer o meu parto. Imaginem como isso me deixou desesperada? Depois de ligar para quase toda a lista de médicos do meu plano de saúde e receber um não de todos eles por já estar no final da gravidez, uma amiga ANJA entrou em contato com uma ginecologista conhecida para pedir – tipo favor mesmo – pra ela pelo menos me atender e ver como estava o bebê e me indicar para alguém que pudesse me operar.

Para a minha surpresa fui SUPER bem atendida, acalmada e encaminhada para outro médico, porque essa dra. não realiza mais cirurgias pelo meu plano e sim, quero ter a Alice de parto cesário assim como foi com a Alinne. Então ela ligou para um dr. amigo dela e ele aceitou me atender. Nesse momento quase chorei de tanta felicidade.

Fui na consulta com esse médico e ele também foi super querido, olhou meus exames e constatou que Alice está linda e maravilhosa, gordinha e pronta para nascer dia 06/03 (sexta-feira) quando estarei com 38 semanas e 5 dias. Me diz se não é pra comemorar? Nunca pensei que passaria um perrengue desses na reta final da gravidez… mais um acontecimento para a coleção de surpresinhas de Alice para a mamãe e o papai, rs.


Foto do #bookgestante que fizemos. Enquanto não recebo as oficiais, vai essa que faz meu coração transbordar amor e felicidade.

Agora é pra valer, contagem regressiva!

Dajna Almeida

Casada com um cara incrível, mãe da Alinne e grávida da Alice <3 Designer por formação e atuando em home-office pra dedicar maior parte do seu tempo para a família. Blogueira desde 2003, está sempre conectada e troca qualquer refeição por pizza!
E-mail: dajnahaa@gmail.com

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Como eu sobrevivi ao Carnaval

Data: 18/02/15 | Arquivado em:

Eu devia ter feito esse post ANTES do carnaval, a ideia era dar dicas do que fazer para aproveitar os dias de feriado pra quem não gosta de folia como eu. Na verdade eu já gostei bastaaante de carnaval sim, não posso negar, mas o tempo vai passando e a gente vai mudando nossas preferências, hoje o maior prazer da vida é ficar em casa, ou com amigos curtindo programinhas mais relax. Só de imaginar o empurra-empurra, passa-mão, gritaria e “cheiro” de suor alheio (argh!), já me dá calafrios.

Então, como não fiz esse post antes, vou mostrar o que andei fazendo nesses dias:

1. Estive com amigos
Passamos boas horas com amigos em passeios, churrascos e até aniversários, ninguém pode negar que estou mais sociável ultimamente, mesmo numa fase de cansaço infinito por conta do final da gravidez, rs. Com certeza foram encontros divertidíssimos.

2. Curti muito a minha princesa
Alinne anda numa fase mais dengosa, chorosa, melancólica… dizem que já é sentindo a chegada da Alice, não faço ideia de como vai ser, mas estamos nos dedicando para manter a paciência e dar muito carinho.

3. Fiquei de bobeira assistindo TV
Nada melhor do que deitar e ficar de bobeira só passeando pelos canais da TV, sem escolher nada e só deixar o tempo passar…

4. Iniciamos a despedida do barrigão
Estou prontíssima para receber a Alice, se pudesse ser hoje eu juro que ficaria feliz. Nesses últimos dias estou sentindo muita falta de ar, dor no quadril… #tenso

5. Dia de mulherzinha
Tem coisa mais gostosa do que dia de mulherzinha? Eu amo! hahaha.

6. Tempo em família
Nem precisa descrever esse item, estar com a família é sempre muito bom!

– – – – –

Este post faz parte da blogagem coletiva do Rotaroots, um grupo de blogueiros saudosistas que resgata a velha e verdadeira paixão por manter seus diários virtuais. Veja todos os posts que já publiquei (clicando aqui)

Dajna Almeida

Casada com um cara incrível, mãe da Alinne e grávida da Alice <3 Designer por formação e atuando em home-office pra dedicar maior parte do seu tempo para a família. Blogueira desde 2003, está sempre conectada e troca qualquer refeição por pizza!
E-mail: dajnahaa@gmail.com

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O que muda na segunda gestação?

Data: 08/02/15 | Arquivado em:

1. Os detalhes passam despercebidos

Com certeza esse foi o principal motivo de eu me sentir PÉSSIMA na maior parte da segunda gravidez. Lembro que na primeira qualquer mínimo acontecimento era registrado, eu anotava absolutamente tudo o que sentia e tirava fotos da barriga toda semana. Dessa vez as fotos que tenho são as que postei nas redes sociais, e só. Na primeira vez eu fiz um arquivo no computador organizado por mês com diversas fotos do barrigão, nessa segunda vez eu só criei uma pasta – por esses dias – para guardar as fotos do baby-chá. Me senti a pior mãe do mundo quando percebi que deixei isso acontecer, mas depois de ouvir a experiência de outras mães “de segunda viagem”, vi que aconteceu com a maioria delas também, e isso porque dessa vez você não está vivendo 100% a gravidez, você já tem um filho pra cuidar, dar atenção, cuidar das atividades e tudo mais que precisa, então realmente é mais complicado ter tempo para as peripécias, rs.

2. Trabalhar durante a gravidez é motivo de RESPEITO ETERNO

Nessa segunda gravidez a maior dificuldade que eu enfrentei foi ter que continuar trabalhando fora. Assim como na primeira vez tive enjoos até o terceiro mês, foi bem sofrido ter que lidar com isso como algo “natural” e dar conta de todas as outras obrigações (de mãe, esposa e profissional). Foi MUITO DIFÍCIL pra mim. Comentei diversas vezes com meu marido que a mulher que trabalha até a véspera de ter seu bebê é a verdadeira mulher-maravilha, eu jamais imaginei que fosse tão difícil. E não é uma questão de “frescura”, as pessoas adoram usar a frase “gravidez não é doença” mas eu quero ver dar conta de todos os hormônios – sentimentos – desconfortos – inseguranças de uma gravidez. Sem contar que, se na primeira eu não senti nada (meus desconfortos foram já no finalzinho), dessa vez desde o quarto mês eu venho sofrendo com dores no quadril que só aumentou conforme o tempo foi passando, hoje prestes a ter bebê eu mal consigo sentar e levantar sozinha, é uma dor enorme e a impressão que eu tenho é que o meu quadril vai desmontar, uma loucura. Graças a Deus consegui afastamento da empresa com 7 meses e estou podendo viver esse finalzinho em casa, acredito que eu não daria conta MESMO de ficar até o dia do parto na correria que estava antes. Ainda estou com as tarefas de mãe e esposa, óbvio, mas a obrigação do trabalho fora tornava tudo muito pior e mais difícil.

3. Eu não preciso ter mil roupas de grávida

Na primeira vez, acredito que mais por empolgação de estar grávida, eu comprava várias roupas novas… DE GRÁVIDA. Fazia questão de usar as coisas que fossem específicas para gestantes, e nisso gastei maior dinheirão. Dessa vez eu optei por não comprar nada que fosse de grávida, ainda mais porque eu sou do tipo que uso as roupas um período e depois eu meio que canso delas e faço doação, assim mesmo, sem apego nenhum. Na segunda gravidez tudo o que não queria era entrar em lojas caras de grávida e assim decidi ir adaptando as minhas roupas normais conforme ia dando pra usar com o barrigão. Claro que chegou uma hora que eu precisei comprar um vestido específico e uma calça jeans de gestante porque as minhas normais não fechavam, mas evitei ao máximo fazer compras desnecessárias.

4. O bebê também não precisa ter mil roupinhas

Na primeira gravidez o céu era o limite. Tudo o que eu via eu queria e muitas vezes até comprava. Por impulso. Só de faixinha a Alinne deve ter tido umas 20, vestidinhos eu nem tenho noção, sério. Não somente eu mas a minha sogra também comprou MUITA coisa e depois que passou a festa de 1 ano eu fiz uma mega doação que ajudou 4 bebês, imaginem como tinha bastante coisa. Nessa segunda gravidez estou bem consciente e comprei apenas o necessário. Tão necessário que as vezes fico com a impressão de que vai faltar, rs, mas sei que não vai. Na primeira gravidez a gente se empolga com tudo, afinal, é quando estamos descobrindo como é lindo o mundo encantando das coisas de bebê, tudo o que oferecem a gente aceita, é engraçado. Na segunda vez já sabemos que um monte de coisa acaba nem sendo usada, então essas coisas eu consegui não comprar e economizar.

5. Ficou linda na primeira gravidez? Na segunda pode ser diferente

Essa parte foi triste. Gente, se na primeira gravidez eu fiquei com a pele super limpa e cabelo sedoso parecendo que tinha acabado de sair do salão, porque isso não se tornou um padrão? Sério. Fiquei decepcionada dessa vez. Pele ruim, com manchas e acne. Cabelo pesado, mais oleoso do que o normal, sem balanço. Um desastre! E não só isso, mas na primeira gravidez eu me olhava no espelho – mesmo inchada – e me achava incrivelmente linda naquele estado, dessa vez eu me vejo tão cansada, com olheiras tão escuras… parece que o encanto foi e não voltou nessa nova gravidez e olha que todo mundo diz que não inchei nada até agora. Veja bem, não tem nada a ver com não aceitar o bebê ou algo parecido, é uma questão feminina apenas, de não se sentir bonita. Ok? (explico logo pra evitar confusão depois!)

6. Já pode pular para o dia que o bebê nasce?

Quando você não sabe como é estar grávida, quer aproveitar cada segundo do bebê em seu ventre. Ao mesmo tempo que você está ansiosa pra conhecer o bebê, você ainda quer curtir um pouco mais aquele barrigão lindo. Comigo foi assim. Nessa segunda vez tudo o que eu quero é ter logo a Alice aqui comigo. Acredito que isso seja porque a dificuldade de fazer as coisas com o barrigão está me sugando. Eu quero poder colocar a filha mais velha pra fazer xixi no vaso sem ficar tonta e com imensa falta de ar só de ter agachado e levantado, rs.

7. Meu coração vai saber amar as duas filhas de igual modo?

Cara, taí um assunto que me tirou o sono várias noites. Meu marido diz que sofro por antecipação, mas a verdade é que eu me pego sempre pensando numas coisas que ainda não consegui encontrar a resposta. Por exemplo, se quando fui mãe pela primeira vez eu descobri o que é o amor de verdade, uma força infinita dentro de mim, uma razão pela qual sou capaz de dar a vida… quando a segunda filha nascer serei capaz de oferecer esse mesmo amor pra ela também? Não sei é possível entender o que quero dizer, mas me preocupo em amar as duas da mesma forma infinita, como isso é possível? Coração de mãe ama mesmo TANTO assim? É verdade que não existe preferência entre filhos? São dúvidas que só saberei responder quando a Alice chegar. Veja bem, mais uma vez não se trata de não amar o bebê que está chegando, eu já amo demais, mas ainda me vejo com dedicação quase que exclusiva para a filha que tenho aqui comigo, até porque é ela que está aqui me pedindo atenção a todo momento já que a outra ainda não chegou, mas me preocupo em ser capaz de ser tudo o que sou para a Alinne, para a Alice também.

Imagino que seja a mesma solução de quando a gente é mãe pela primeira vez e tem medo de não saber “ser mãe direito”, dizem que quando nasce um filho, nasce uma mãe. Comigo foi mesmo assim, quando a Alinne nasceu parecia que eu tinha sido mãe a vida inteira, não tive medo de me entregar e fazer tudo o que tinha que fazer. Com o segundo filho deve ser a mesma coisa, o amor renasce, cresce, transforma. Já estou ansiosa para viver essa nova experiência.

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Este post ficou enorme, mas eu queria deixar registrado aqui coisas como as que escrevi. Estou aliviada de ter “desabafado” tanta coisa que eu estava guardando e pensando sozinha. Coisa de grávida preocupada, rs.

A foto que usei neste post é do barrigão de 35 semanas da Alice, está bem perto mesmo de termos essa princesinha aqui com a gente e só posso agradecer a Deus por ter nos guardado e abençoado até aqui. Não tenho palavras para explicar o que é DE FATO gerar filhos, mas com certeza – apesar de tudo que a gente passa – é recompensador e que eu não me arrependo. Agora me resta pedir #chegalogoalice <3

Dajna Almeida

Casada com um cara incrível, mãe da Alinne e grávida da Alice <3 Designer por formação e atuando em home-office pra dedicar maior parte do seu tempo para a família. Blogueira desde 2003, está sempre conectada e troca qualquer refeição por pizza!
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