Crescimento do BB2 #muitoamor

quarta-feira, 29 de outubro de 2014
Publicado em: Pessoal

Sabe o que eu me dei conta?

Que ao contrário de quando eu estava grávida pela primeira vez, nessa segunda eu dei uma boa puxada no freio de mão da empolgação. Pra ser sincera eu tenho me preocupado tanto em não deixar que a Alinne se sinta esquecida por causa da irmã que acabei percebendo que até agora não fiz NADA que fosse só pra ela.

Veja bem, não estou dizendo que não amo, não quero, nem nada do tipo, mas a minha preocupação em fazer a Alinne se sentir importante mesmo com um novo bebê chegando tem sido tão grande que o tempo está passando e estou deixando de curtir essa gravidez como na primeira vez, entende? Estou me doando 1000% para a Alinne e esquecendo de, por exemplo, ficar deitada uns 10min. sem fazer nada só pra me encher de amor sentindo os chutinhos do novo bebê.

Uma coisa que prova tudo isso que estou falando é o fato de eu já estar com 20 semanas e não ter fotos pra lotar esse post. As que tenho são contadas, podem ver:


Ultrasson de 13 semanas quando o médico disse que era João, mas depois com 17 semanas outro médico disse que é Alice.


Alinne super empolgada porque Alice ganhou um presente, ela mesma pediu pra tirar essa foto com esse sorrisão lindo!


Foto no espelho pra mostrar a barriga de 18 semanas que cresce a todo vapor.


Barriga de 20 semanas.

Tem sido difícil conseguir lidar com essa explosão de amor pelo novo bebê e ao mesmo tempo preocupação da Alinne não se sentir menos amada só porque outra pessoa está chegando pra dividir a atenção da mamãe e do papai. Por causa disso eu acabei mimando demais a Alinne nos últimos meses, e talvez em vez de ajudar, agora penso que posso estar contribuindo para ela se sentir “de lado” quando a irmã nascer, já que será inevitável doar um pouco mais do meu tempo para o novo bebê enquanto ela terá que ficar um pouco mais com a avó ou outra pessoa que me ajude enquanto eu estiver nas tarefas de mãe de recém-nascido.

Então, o que fazer? #duvidacruel

Pelo menos depois de todo esse meu lamento no post de hoje, vocês puderam perceber que o bebê que era João, agora é Alice né? rs. Muitas surpresas nessa minha vida! Mas, VIVA!!! mais uma princesa pra pintar de cor-de-rosa a nossa casa! <3

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Registros de 16 semanas…

terça-feira, 30 de setembro de 2014
Publicado em: Pessoal

Este post é totalmente “diário” porque o que eu quero é só desabafar.

Chegamos na 16ª semana. Os enjoos passaram e deram lugar a um cansaço, stress e dor de cabeça que insistem em permanecer. Ainda ontem comentei com uma amiga que nessa gravidez eu estou descobrindo que mulheres que conseguem trabalhar grávidas até o último dia merecem todo o respeito do mundo, porque olha, já não é fácil lidar com as dificuldades do dia-a-dia em períodos “normais”, imagina grávida onde os hormônios parecem querer sair pelos olhos, rs.

Até agora eu tenho reclamado bastante do fato de não me sentir bem como na primeira vez, quando eu amava me ver grávida. Quando dizem que cada gravidez é única, não duvide, pois é mesmo. Eu não estou nada como na primeira vez, exceto pela preguica de viver que me acompanha grávida ou não, rsrs.

Fato é que eu estou bem ansiosa em ter logo o bebê em casa, sei que o trabalho será dobrado e ainda tem muita coisa pra aprender a lidar depois que ele nascer. Vamos começar tudo de novo, só que em velocidade tipo, 3 ou 4 porque temos outra princesa para também dar atenção, amor e cuidado, mas tenho certeza que mesmo chorando e me desesperando as vezes, será mais uma vez uma experiência que não me arrependerei. Ser mãe é sim um grande presente.

Fiz uma ultrason com 13 semanas e o médico achou que viu um menino, eu e marido já demos conta de espalhar pro mundo a novidade, mesmo ainda não sendo uma certeza absoluta, kkk. Essa parte fica só como registro aqui, pois no exame correto volto pra confirmar :)

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Mais neném chegando!

domingo, 3 de agosto de 2014
Publicado em: Pessoal

Assim como eu fiz durante toda a gestação da Alinne, também quero fazer com esse novo presente que recebemos. Tem bebê novo chegando!!!

Um ótimo motivo pra voltar a blogar de verdade, rs.

Então a princesa Nine vai ser irmã mais velha agora… e UAU! Que surpresa para os papais (que planejavam encomendar o novo “presentinho” só em 2015). Mas, apesar da surpresa realmente inesperada – até porque já tínhamos o ano de 2014 todo planejado para outra coisas, e agora vai mudar tudo – estamos bem felizes e realizados com este novo bebê.

Mesmo preocupada em começar tudo de novo, estou contente sim – DE VERDADE. Alinne mesmo espalhou a notícia na escola para as amiguinhas e todo tempo fica falando “oi maninho!” e dando beijo na minha barriga. Isso não tem preço.

Eu demorei pra vim aqui postar, mas logo quando vi o resultado positivo do exame, logo pensei que era meu dever registrar tudo aqui igualmente como fiz quando esperava a Nine. Hoje eu amo voltar os posts antigos e ler como me sentia em cada fase… é um dos fortes motivos de eu nunca ter deletado esse blog, com tantos registros especiais.

Claro que ainda não sabemos se é outra princesa, ou se dessa vez acertamos um príncipe, mas a Alinne insiste em falar maninhO e eu confesso que estou com expectativas de ser um garotinho, mas vamos ver. Sempre falo que se for menina será mais “fácil”, afinal, aqui em casa já é tudo rosa mesmo kkk, mas também seria interessante viver a aventura de ser mãe de um menino. Nos resta esperar pra saber…

Depois do susto, toda a família está esperando para começar tudo de novo com a gente. E vamos lá com muita força na peruca, porque esse negócio de ser mãe dá trabalho, mas a gente ama!

Registros de uma grávida de segunda viagem, muito enjoada e contando as semanas pra começar logo a fase legal. Sim, porque esse começo não posso negar, ninguém merece kkk.

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Dia das Mães: Minha experiência com gravidez, parto e amamentação

sexta-feira, 9 de maio de 2014
Publicado em: Pessoal

Dia das mães chegando e como estarei comemorando a data pela terceira vez sendo mãe, senti vontade de fazer um “especial” aqui no blog contando um pouco da minha experiência. Eu sempre recebo perguntas das minhas amigas sobre como foi a minha gravidez, se eu enjoei muito, quanto eu engordei… etc. por isso acredito que seja um assunto legal de compartilhar.

A GRAVIDEZ

Eu e meu marido demoramos 1 ano e 4 meses pra conseguir engravidar, fazíamos teste de farmácia todos os meses – sem exceção, rs. Quando finalmente deu positivo, a alegria foi tanta que em 2 minutos eu acho que já tinhamos contado a notícia pra família inteira.

Eu tenho escoliose e sempre reclamei de dores na coluna, uma vez o médico me disse que engravidar não era uma boa ideia para mim, porque muito provalmente eu sofreria bastante por causa do peso da barriga e etc. Eu era adolescente, achei a notícia tranquila e até concordei. Para a minha surpresa, durante a gravidez eu não senti NENHUMA dor na coluna, nem parecia que eu estava grávida, que coisa boa né?

E olha o tamanho da barriga:

Como toda grávida (ou a maior parte) , tive enjôos, câimbras, falta de ar, estrias, engordei… mas na coluna onde o problema deveria ter sido maior, não senti nadinha. Deus foi extremamente bom comigo.

A gravidez foi muito tranquila, não precisei ir ao hospital nenhuma vez, as consultas do pré-natal foram corretinhas, marido me mimou de todas as formas possíveis e imagináveis. Foi muito bom mesmo. Tanto que dá saudade, rs.

O PARTO

Agora é a hora que eu sei que muita gente vai aparecer aqui pra me julgar, mas tudo bem. Desde o momento em que eu e meu marido decidimos ter um filho, eu já sabia perfeitamente que tipo de parto eu queria: cesariano. E assim foi.

Por vários motivos eu não queria experimentar um parto “normal”, inclusive tive várias conversas com a minha médica e ela em nenhum momento me deixou com qualquer tipo de insegurança com relação ao parto cesariano, e olha que eu nem paguei particular, fiz tudo pelo plano de saúde – antes que digam que ela me convenceu porque queria ganhar dinheiro.

Eu admiro a mulher que consegue ter seu bebê de forma natural, acho de muita coragem e determinação, porém eu não acho que essa mulher seja mais ou menos mãe do que eu por isso. Com toda certeza!

Eu queria que tudo fosse planejado para o momento do nascimento do meu bebê, eu queria ter data, hora e local certos para viver o melhor momento da minha vida, eu queria que minha mãe pudesse se programar no trabalho para estar comigo quando eu fosse para o hospital… e eu tive tudo isso. Não tenho como descrever como foi mágico.

O parto cesariano, pelo menos pra mim, foi EXCELENTE. A anestesia incomoda sim, mas não dói. Você sente tudo o que acontece: a médica mexendo na sua barriga, a hora que o bebê sai… só que sem dor. Você fica meio grogue mas totalmente consciente.

Após o nascimento da nossa princesa, começamos então uma outra fase.
Papai e Mamãe da Alinne.

AMAMENTAÇÃO

Antes de ter a minha filha, eu JAMAIS havia cuidado de um bebê. O máximo que eu fazia era segurar por poucos minutos os bebês das amigas, mas nunca havia trocado uma fralda, dado uma mamada… nada! Mas ser mãe é algo tão mágico que quando a Alinne nasceu parecia que eu já era mãe há 500 anos. Não tive medo de dar banho, de segurar, de trocar a fralda… mas amamentar… foi outro caso.

Na maternidade, enquanto eu ainda estava me recuperando da anestesia, a minha mãe e uma enfermeira me ajudava a dar de mamar, foi esquisito e tranquilo ao mesmo tempo. Mas quando chegamos em casa e eu fui amamentar sozinha, ela pegava o peito de forma errada e eu não conseguia corrigir, então ela começou a chorar e foi a primeira vez que eu entrei em desespero me sentindo incapaz de cuidar dela. Fiquei MUITO nervosa e quanto mais ela chorava, menos conseguia mamar.

Meu marido ligou para uma enfermeira super legal que conhecemos na maternidade e como a princesa estava chorando muito de fome, ela nos orientou a dar 30ml de leite na mamadeira para ela se acalmar. Já era noite e ela estava de plantão, o jeito era resolver o problema para que todos conseguissem dormir e descansar para a nova rotina que já havia começado agitada, rs.

Alinne sempre foi uma bebê tranquila para dormir, ela acordava apenas duas vezes para mamar durante a noite, mas era sempre difícil porque ela não pegava o seio corretamente e eu ficava muito nervosa, para não deixá-la com fome escolhia complementar com mamadeira. Meus seios racharam, sangraram, eu chorei, usei pomada pra aliviar, tentei de novo, e de novo, e de novo… até que com 2 meses e meio ela não aceitou mais o peito. Sei que muita gente pode me criticar por isso, mas cada uma vive a sua realidade. Eu sempre dizia que queria amamentar por pelo menos 6 meses porque além de ser o correto e saudável, achava lindo, mas na prática foi completamente diferente pra mim. Foi sofrido, foi desesperador não conseguir suprir a necessidade da minha filha.

Chorei uns dias, mas depois entendi que o melhor era continuar na mamadeira para não deixa-la com fome. Então não me atirem pedras por não ter amamentado o mínimo de tempo que o mundo diz ser correto. Minha experiência com amamentação foi essa, mas, mais uma vez eu defendo a bandeira de que a mãe que amamenta seu filho por 6 meses – 1 ano – 2 anos, não é mais ou menos mãe do que eu só porque eu parei de amamentar com 2 meses e meio. São realidades diferentes, vidas diferentes. Tenho amigas que dizem que amamentar é a melhor coisa do planeta, pois pra mim não foi bem assim.

Quando passei a dar mamadeira, consequentemente a Alinne passou a dormir mais, passou a acordar apenas 1 vez durante a noite e não mais duas como quando estava no peito. Com 4 meses ela já dormia a noite toda. Ela foi (e ainda é) a bebê mais gostosa do universo, cheia de saúde – Graças a Deus – e energia pra dar e vender.

Todas as vezes que ela acorda de madrugada, eu estou lá. Todas as vezes que ela cai e se machuca, eu cuido. Todas as vezes que ela tem febre, eu dou remedinho. Todas as vezes que ela quer brincar, eu sento no chão e brinco. Todas as vezes que ela precisa de ajudo, eu dou a mão. E tantas outras coisas.

Sou eu quem ela chama de mamãe, então o fato de ter amamentado apenas 2 meses e meio não vai tirar isso de mim.

– – –

Gostaram do post? Não dá pra explicar o que é ser mãe, mas dá pra dizer que é um amor tão grande que nem cabe no peito.

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